Sair todo fim de semana, beber até vomitar, cair pela rua, fazer uma brincadeira sem graça com alguém, ir pra casa, marcar de sair com outro grupo de amigos, beber, disputar quem bebe mais, cair, levantar, sorrir, ter uma imensa alegria passageira, pegar quem você quiser e quem te quiser também, nunca mais vê a pessoa, leva uma pessoa pra casa, curte, e você não sabe nem o nome dela, experimentar novas coisas, drogas, dançar, pular, se divertir.
O fim de semana acabou, você tem um longo dia de trabalho e sabe porque você reclama da segunda-feira? Porque você não descansou, porque você passou o fim de semana todo numa felicidade de minutos, porque você não é feliz e não consegue enxergar o que te faz feliz!
As festas realmente te faz bem? Sua saúde está acabada.
Sabe porque você chora quando tem uma notícia ruim do médico? Porque a culpa disso tudo é sua!
As noitadas realmente te preenchem? Você só tem amigos no bar, mas se um dia você resolve ficar em casa porque está mal, não estão nem aí.
Você realmente é feliz nessa vida?
Você nunca vai encontrar um amor de verdade, você vai encontrar amores por noite, nunca será completo!
E quando você chega em casa? O que você sente? Você se sente mal, você quer sair daquilo, mas no outro dia um engraçadinho te chama pra sair de novo e você não sabe negar!
É isso que você quer pro resto da sua vida? Não tem essa de “Depois eu vou mudar” Porque nem todos temos o “depois”.
NÃO se culpe, NÃO se julgue, apenas pense mais em você, se ame!
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As noitadas realmente preenchem seu vazio?
“Você é diferente. Eu percebi isso quando naquela noite em que brigamos e você saiu batendo a porta sem olhar para mim, eu tive vontade de dizer que te amava. Não sei se era medo ou receio de me sentir culpada caso você não voltasse como das outras vezes, mas você precisava saber que o meu amor vai muito além dos sorrisos que você me causa ou das risadas que você me rouba. Ele acontece quando eu menos espero, mesmo quando eu tento fingir que não quero. E, talvez, a maior demonstração de amor seja essa: amar quando não se quer e dizer quando não existe mais saída e, muito menos, escolha.”
— Plenitude.
“Depois de passar por tudo isso acabei pensando que já não tinha mais saída, de que ali seria meu ponto final e que nada voltaria a ser como era antes. Mas hoje, como digo HOJE com gosto, está tudo onde deveria estar, até melhor do que imaginava e desejava. Sua partida foi uma das maiores dores que enfrentei, lutei com meu coração tantas noites de insônia e consegui vencer. Falo isso hoje como se tivesse me livrado de um fantasma que me assombrava por anos, foi como uma vitória de um campeonato, o último jogo, daqueles que acabamos ganhando nos pênaltis. Deito no chão e grito “FINALMENTE”, finalmente estou liberta, venci e hoje vivo por mim.”
— Ilusões de Esther.

Com 7 anos eu tinha mais amigos do que eu tenho hoje, e olha que eu colocava o pé na frente pra eles tropeçarem.

